Sustentabilidade traz lucros

Especialistas reforçam valor da governança corporativa para melhorar o desempenho das organizações e gerenciar riscos

                                                                                        

Cada vez mais a reputação corporativa é encarada como um valioso ativo intangível de qualquer organização. A necessidade de atender a exigentes legislações de compliance e, ao mesmo tempo, aos diversos stakeholders (clientes, funcionários, fornecedores, acionistas etc), faz com que as empresas busquem mecanismos eficientes para gerenciar suas informações relativas às esferas ambiental, social e de governança (conhecidas como ESG, em inglês). Mas a aplicação de boas práticas, alinhadas com princípios da sustentabilidade corporativa, também pode ter um impacto positivo nos lucros da empresa – em ganhos reputacionais, pela adoção de práticas que permitam reduzir custos, ou mesmo pela prevenção de riscos.

 

Na avaliação do co-diretor do Center of Business and the Environment da Universidade de Yale, Todd Court, as empresas foram levadas a adotar meios mais sofisticados de acompanhar seu desempenho em ESG por conta da pressão social – dos stakeholders ou da legislação. “Houve uma dramática virada nos últimos dez anos. Hoje, os investidores assumiram a posição de vanguarda em pedir às companhias – independentemente de terem ou não ações negociadas – para divulgarem seus dados de ESG. Estima-se que algo entre 25% e 30% de todos os ativos globais administrados integrem algum tipo de informação de ESG em suas decisões de investimentos”, afirma.

 

Esta crescente conscientização do mundo corporativo pela necessidade de divulgar seus dados de desempenho é uma realidade, de acordo com o diretor-gerente da ESG Compass, Rodrigo Castro. “Deve-se considerar a governança corporativa em duas etapas complementares. Uma é a aplicação de boas práticas de sustentabilidade, como as preconizadas por instituições como o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, ou a Global Reporting Initiative (GRI). Mas é necessário também rastrear o comportamento da companhia internamente, até como uma maneira de prevenir possíveis riscos”, afirma.

 

A ESG Compass reúne esse tipo de informação comportamental, recolhida dos stakeholders das empresas, com uma metodologia criada sob a supervisão da Universidade de Yale, além de especialistas e ex-executivos do Banco Mundial.  “Esse rastreamento permite mudar a cultura da empresa, desincentivando a prática de fraudes, por exemplo”, acrescenta Castro.

 

Sustentabilidade e lucros – A relação entre a aplicação de políticas de sustentabilidade corporativa e o desempenho financeiro da empresa é uma realidade, de acordo com Court. Ele nota que diversos estudos acadêmicos revelaram existir uma correlação positiva entre os indicadores ESG de uma companhia e sua capacidade de ter lucros – embora seja difícil determinar que fatores específicos da política de sustentabilidade da empresa foram responsáveis por tal desempenho. “Certamente, incorporar o ESG no processo de tomada de decisões não deverá acarretar qualquer impacto negativo no desempenho, e tem uma razoável chance de criar performance positiva.”

 

Court salienta ainda que, de acordo com um levantamento efetuado pelo World Business Council for Sustainable Development sobre a aplicação de princípios de sustentabilidade nos negócios, os setores que demonstram uma adesão mais expressiva são aqueles relativos à indústria extrativa (mineração, óleo e gás, madeireiras) e de geração de energia.

 

“Isto sugere que, para estes setores, as questões de ESG são mais materiais do ponto de vista financeiro. Isto é verdade não apenas porque elas representam substanciais riscos de um fraco desempenho em ESG, mas também porque questões ligadas à sustentabilidade, tais como mudanças climáticas, pobreza e acesso à água representam os maiores riscos a essas companhias, uma vez que elas se caracterizam por processos de planejamento de longo prazo.”

 

BOX

Os mandamentos do ESG

 

Apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Principles for Responsible Investment (PRI) é uma rede internacional de investidores que defendem a adoção de critérios de sustentabilidade corporativa nos negócios. Reunindo 1,7 mil signatários, que juntos respondem pela administração de US$ 65 trilhões em ativos ao redor do mundo, ela tem atuação norteada por seis princípios fundamentais:

 

Princípio 1: Incorporar os temas ESG às análises de investimento e aos processos de tomada de decisão.

Princípio 2: Ser pró-ativos e incorporar o ESG às políticas e práticas de propriedade de ativos.

Princípio 3: Buscar sempre fazer com que as entidades nas quais investimos divulguem suas ações relacionadas ao ESG.

Princípio 4: Promover a aceitação e implementação no setor do investimento.

Princípio 5: Trabalhar para ampliar a eficácia na implementação.

Princípio 6: Divulgar relatórios sobre atividades e progressos.

 

Informações para a imprensa:

Universidade de Yale

Hub55 – Cangerana Comunicação – Tel. (11) 2975-3904

Estela Cangerana (11) 99153-1122 – estela@cangerana.com.br

Neide Lima (11) 97465-1990 – neide@cangerana.com.br

Danielle Souza (11) 95411-0023 – d.souza@cangerana.com.br

Professor mais antigo da School of Music se aposenta aos 99 anos

                                                                                        

O professor brasileiro Aldo Parisot, de 99 anos de idade e que ensinava violoncelo há 60 anos na Yale School of Music (YSM), se aposentou no mês passado. Ele era o membro do corpo docente que servia há mais tempo na faculdade, desde 1958. Parisot fez sua estreia com a Orquestra Sinfônica Brasileira aos 12 anos de idade. Depois, em 1946, mudou-se para os Estados Unidos para estudar na YSM, e iniciou sua carreira norte-americana junto à Boston Symphony Orchestra na Tanglewood.

Aclamado internacionalmente como artista e professor, atraiu estudantes do mundo todo para estudar em Yale. “O legado de Aldo Parisot para a School of Music foi extraordinário. É impossível resumi-lo de maneira justa”, diz o reitor Robert Blocker. “Ele amava seus alunos mais que qualquer professor que eu já conheci”, completa.

A recompensa por tanta dedicação resultou em enorme carinho e reconhecimento por parte dos milhares de profissionais que ele ajudou a formar. Para o violoncelista Eric Adamshick, um antigo aluno, o professor “pensava em seus alunos como filhos” e a lição mais importante aprendida por ele enquanto estudava com Parisot foi abraçar sua individualidade como artista — “ser sua própria pessoa”. “Ele sempre se preocupava em dizer que não queria que fôssemos o próximo Parisot. Queria que nos tornássemos nós mesmos”, lembra.

Jenny Kwak, outra aluna do professor agora aposentado, também realça como ele dava ênfase à individualidade ao ensinar. Em vez de ordenar a maneira como interpretar as músicas, encorajava, para que sua personalidade surgisse nas apresentações, afirma. De acordo com ela, as aulas com Parisot eram diferentes a cada semana. Em alguns momentos, ele a interrompia quando estava começando a tocar, para compartilhar histórias de sua vida. Outras vezes, pedia que continuasse a tocar, “música atrás de música.”

Banda

Além de dar aulas particulares, Aldo Parisot liderava o Yale Cellos, um conjunto de violoncelistas estudantes da YSM, fundado por ele em 1983. O grupo realizou várias gravações e, inclusive, fez uma turnê internacional. “Yale Cellos foi o conjunto mais útil do qual eu fiz parte em Yale”, diz Adamshick. “Havia um senso de trabalho em equipe e Parisot exigia uma dinâmica, flexibilidade e escuta diferentes dos outros grupos que eu havia escutado antes.”

Ole Akahoshi, um professor de violoncelo da YSM que estudou com Parisot, o descreve como “um dos melhores professores de violoncelo do mundo”. “Ele é meu mentor, meu padrinho ou avô, e o mais importante de todos, meu melhor amigo”, diz. “Parisot continua a ser uma inspiração para mim na questão de me reavaliar conscientemente todos os dias, para me tornar um ser humano melhor”, completa.

No próximo ano, o violoncelista Paul Watkins ensinará aos estudantes de violoncelo na YSM, como um professor visitante. O também violoncelista Ralph Kirshbaum, outro antigo aluno de Parisot, conduzirá as aulas especiais e, possivelmente, dará aulas particulares durante o período acadêmico.

Além de suas habilidades musicais, Aldo Parisot também é um ávido pintor, cujas obras foram exibidas em galerias e salas de concerto ao redor do mundo.

Brasil é referência para programa de aleitamento materno criado em Yale

                                                                                        

Pesquisadores da School of Health da Universidade de Yale estiveram em São Paulo no início de agosto para discutir tendências de aleitamento materno durante o Encontro para a Promoção, Proteção e Apoio à Amamentação, que acontecerá de 7 a 9 de agosto, realizado pelo Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, por meio do Centro de Referência em Alimentação e Nutrição (CRNutri). Uma das organizadoras da iniciativa foi a pós-doutoranda associada da School of Health, Gabriela Buccini, que atualmente trabalha em um projeto internacional sobre a aplicação de políticas públicas pró-amamentação.

Durante o evento foram apresentados os resultados de uma pesquisa sobre amamentação exclusiva até os seis meses de idade (ou seja, quando o bebê ingere apenas o leite materno) na América Latina. De acordo com Buccini, o Brasil é uma das nações melhor posicionadas diante do tema. “O país saiu de 2,9% de aleitamento materno exclusivo, na década de 1980, para 37,1% em 2009, e 36,6% em 2013”, afirma.

Para a doutora, essa situação deve-se a um conjunto de fatores, como uma forte coordenação central do tema pelo Ministério da Saúde, a intensa ação de grupos da sociedade civil favoráveis à amamentação, a licença-maternidade de quatro meses (com possibilidade de extensão até o sexto mês) e a existência de bancos de leite, hospitais amigos da criança entre outros. A crise econômica dos últimos anos fez a posição do país ficar estagnada, levando à necessidade da aplicação de mais estímulos. Mesmo assim, a Política Nacional de Aleitamento Materno ainda é um exemplo mundial.

Especialista na questão da amamentação, Gabriela Buccini recebeu dois prêmios (do Encontro Nacional de Aleitamento Materno – Enam de 2016, e da International Society for Research in Human Milk and Lactation  2016 Trainee Travel Award) pela sua tese de doutorado, voltada aos impactos negativos do uso prolongado da chupeta na extensão do período de amamentação exclusiva. De acordo com o trabalho, já existe um conjunto de evidências que mostra que, entre outros problemas, o uso da chupeta encurta o período em que o bebê é nutrido exclusivamente pelo leite materno. Com experiência anterior em saúde pública, a pesquisadora buscou unir a visão de saúde coletiva com a pesquisa epidemiológica, analisando a questão também sob o prisma de políticas coletivas de saúde.

Mapa da amamentação – O modelo bem-sucedido de incentivo à amamentação do Brasil serviu de inspiração para a elaboração do Breastfeeding Gear Model que deu origem ao projeto Becoming Breastfeeding Friendly (BBF), um conjunto de ferramentas de análise desenvolvido na School of Health de Yale pela equipe do professor de Saúde Pública Rafael Perez-Escamilla. O mecanismo mede a situação da amamentação exclusiva nos países, levando em consideração indicadores agrupados em cinco eixos temáticos (grupos de apoio, vontade política, legislação, financiamento e treinamento).

As informações coletadas levam a um indicador final, que diz se o país está pronto ou não para subir de grau em seus programas de amamentação. “O BBF tem sido um grande aprendizado para nós, especialmente na hora de propor ações que têm de levar em consideração os gargalos específicos de cada nação – em financiamento ou questões culturais”, afirma Gabriela. De acordo com ela, países desenvolvidos tendem a apresentar piores resultados, em razão do marketing e maior acesso a outras fontes de alimentos para bebês em substituição ao leite materno.

Os resultados do BBF orientam políticas para melhorar as taxas de amamentação, ou para dirimir eventuais obstáculos. O programa envolve governos, universidades e organismos da sociedade civil das nações envolvidas. Atualmente, a equipe de Yale acompanha oito países no programa: Alemanha, Escócia, Gana, Inglaterra, México, Myanmar, País de Gales e Samoa.

Além deles, o conteúdo e a metodologia do BBF estão disponíveis na internet, de forma que qualquer país que queira utilizar a ferramenta pode fazê-lo livremente. A página do projeto é https://publichealth.yale.edu/bfci/.

Atualização tecnológica como chave para internacionalização

Internacionalização muito além da exportação: a adaptação e o desenvolvimento de produtos com tecnologias como blockchain e inteligência artificial impulsionam os negócios fora e dentro de seu país de origem.

 

 Internacionalização - Mauricio Costa Hub55

O diretor de Consultoria em Atualização Tecnológica do HUB55, que representa a Universidade de Yale no Brasil, Mauricio Costa, palestrou no evento Export Day 2018, promovido pela Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil, na última quinta-feira, dia 26, em São Paulo.

Na oportunidade, Mauricio explanou sobre a influência das tecnologias AI e blockchain no mercado “Blockchain tem a capacidadee potencial de revolucionar a internet da forma com que a gente conhece, e, não só a internet como as relações entre a sociedade, consumidores com empresas, empresas com empresas, consumidores com máquinas e, mais interessante do que isso, máquinas com máquinas’’. Ao abordar a relevância das mesmas, sugere que se trate da questão atualização tecnologica como mote da internacionalização das empresas. Mauricio apresenta o ecossistema americano, no qual, atua há mais de 20 anos, que envolve relacionamento contruído com os diversos players, as universidades e os laboratórios, governo, bancos. Destaca que o objetivo do HUB55, como plataforma de internacionalização, é que “as empresas se instalem nesse ecossistema americano por, no mínimo 6 meses, para poder absorver ele, interagir com os players e trazer para seus produtos uma inovação, uma atualização tecnológica, por exemplo, baseada em blockchain e inteligência artificial’’  Para tanto, existem diversas estratégias, que são avaliadas para identificar as mais adequadas para cada negócio e as oportunidades colaboração para o empresário brasileiro são:

 

  • Formas de Colaboração para o empresário brasileiro
  • Internship para alunos envolvidos em pesquisas avançadas
  • Contratação de profissionais de ponta
  • Pesquisa em conjunto com universidades
  • Prestação de serviços para empresas

Fazer uma imersão no ecossistema americano, um test drive no mercado americano para desenvolver produto a partir das oportunidades e relacionamentos desse ambiente, para torna-los mais competitivos em qualquer cenário. Essa receita, aliada às parcerias adequadas e inovação, pode garantir não apenas o sucesso no mercado externo, mas também a sobrevivência no ambiente local.  Essa é a proposta do programa Innovation Boost do HUB55, que atua para desenvolver uma estratégia de internacionalização, traçando os caminhos e tendo suporte necessário para facilitar esse processo.  Mauricio reforça ainda a relevância da internacionalização, “as empresas brasileiras são desafiadas a ser competitivas diariamente, mesmo com impostos altos e complexos, regras nem sempre claras, cultura de negócios baseada no ‘jeitinho’ e economia altamente volátil. Os negócios no exterior são também um grande desafio, porém, com retorno diversificado, principalmente com o uso de modernas tecnologias”, diz o executivo, que é mestre em Management of Technology pelo renomado Massachusetts Institute of Tecnology – MIT.

 

Mauricio Costa está à disposição para falar sobre a internacionalização das empresas e como as tecnologias, tais como a Inteligência Artificial e o Blockchain, podem otimizar esse processo.

Contato através do e-mail mauricio@paseliconsulting.com

Conheça mais sobre as oportunidades oferecidas pelo Hub55 agendando uma conversa conosco!

 

 

 

Novo membro Hub55 – ISG Participações

Novo membro Hub55 - ISG Participações

Neste primeiro semestre de 2018, o time do Hub55 com muito orgulho anuncia a conquista de mais um parceiro de negócios no mercado internacional: a ISG Participações.

ISG participações expande sua barreira geográfica nos EUA

A ISG Participações foi criada a partir da união de empresas inovadoras, especializadas em produtos e serviços de Governança Corporativa e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), tais como a Intelit, Intelit Service, Vobys, Capital IT, Conseg, CDIS, Oros, Olympos, entre outras. Além disso, a holding ISG oferece Outsourcing sob medida para empresas e criação de plataformas EAD.

Com atuação no mercado desde 2006, a empresa conta com uma equipe de mais de 1,3 mil colaboradores e uma carteira de clientes consolidada, tornando a ISG Participações uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil.

O desejo de ir mais além resultou na parceria da ISG Participações com o Hub55, uma iniciativa que oferece soluções de internacionalização para empresas brasileiras nos Estados Unidos e Europa. O time do Hub55 está muito feliz em poder contar com a presença ativa da ISG Participações na cidade de New Haven – Connecticut. Para saber mais informações sobre a empresa, acesse o site da ISG.

Assistência especializada para empresas brasileiras em processo de internacionalização

O Hub55 é um projeto único baseado em uma plataforma de internacionalização que reduz os custos e acelera o processo de expansão e desenvolvimento de negócios internacionais.

Com apenas um ano de atuação, a iniciativa já ajudou a romper a barreira geográfica do mercado brasileiro de 12 empresas e associações. Saiba mais informações no site Hub55 e agende uma conversa com a nossa equipe de especialistas.

2RP firma parceria com o Hub55

2RP firma parceria com o Hub55

O Hub55, iniciativa privada que oferece soluções de internacionalização para empresas brasileiras, conquista mais uma parceria de negócios em 2018.

2RP amplia presença nos EUA

Com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, a 2RP oferece soluções em análise de informações em tempo real para negócios que necessitam atender requisitos de tempo muito rigorosos. A empresa analisa atualmente 25% de todas as autorizações brasileiras do mercado de cartões de crédito (Visa, MasterCard, Elo, Amex, Private Labels e Cobrandeds), prevenindo fraudes e ataques aos sistemas financeiros dos clientes.

Atualmente a empresa atua na análise de transações financeiras e na análise de dados para geração de insights para aprimorar a experiência de seus clientes. Sua proposta é entender o mercado e os negócios de seus clientes, oferecendo-lhes soluções inovadoras e customizadas que permitem o crescimento do negócio de seus clientes.

Soluções 2RP:
– Solução de autorização homologada pela Visa e Mastercard;
– Soluções de análise de dados e decisão em tempo-real
– Análise de dados multi-canais
– Análise neural de informações
– Solução de comunicação TCP-IP homologada pela Mastercard.

A empresa, que foi fundada em 1997, desde março tem endereço fixo na cidade de New Haven, Connecticut, nos Estados Unidos.

New Haven - Connecticut - Estados Unidos

O Hub55 tem muito prazer em contar com a presença da 2RP em New Haven para oferecer soluções em tecnologia da informação no mercado financeiro. Para saber mais informações sobre a empresa, visite o site da 2RP Informática.

Hub55 oferece assistência para empresas brasileiras em processo de internacionalização

Hub55 - Internacionalização de empresas

O Hub55 é uma plataforma de internacionalização que oferece suporte completo para empresas brasileiras. Entre os diferenciais está apoio administrativo, amplo networking com associações e entidades governamentais, além de escritório mobiliado. Para mais informações, visite o nosso site.

Hub55 participa da Feira Hospitalar 2018

Hub55 participa da Feira Hospitalar 2018 - Paseli Consulting

Empresas dos mais diversos setores médicos possuem data marcada para o maior evento de saúde das Américas: a Feira Hospitalar. Conhecida como principal vitrine do setor, a Feira Hospitalar 2018 é o local ideal para realizar lançamentos e apresentar produtos e soluções inovadoras para hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios e farmácias, o que acaba por impulsionar aos participantes a geração de negócios, networking, relacionamento e fortalecimento de marca.

O evento vem reunindo ano após ano as principais soluções e inovações tecnológicas no mercado da saúde – e engloba todos os players do mercado: desde o corpo clínico até os administradores. A Feira Hospitalar envolve mais de 1.200 marcas expositoras, 40 eventos simultâneos, mais de 70 países participantes, mais de 90.000 visitas profissionais em uma área de 82.000 m², reforçando que o evento é um compromisso indispensável na agenda dos profissionais da área da saúde.

Participantes na Feira Hospitalar

Informações – Feira Hospitalar 2018:

DATA: 22/05/18 a 25/05/18

LOCAL: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP

HORÁRIO: das 11h às 20h

Acesse o site oficial da Feira Hospitalar para mais informações.

O Hub55, iniciativa especializada na internacionalização de empresas brasileiras com foco em tecnologia e inovação, participa anualmente da Feira Hospitalar, pois equipamentos médicos é um dos setores estratégicos do Hub55 e do estado de Connecticut, o qual representamos no Brasil. Para saber mais informações sobre o apoio especializado, visite o nosso site e agende uma conversa.

Ventureclash oferece oportunidades para empresas brasileiras nos EUA

Ventureclash oferece oportunidades para empresas brasileiras nos EUA

Se você possui uma startup ou empresa que atua na área de Tecnologia e Inovação – Saúde Digital, Internet das Coisas, Fintech ou InsureTech -, você pode ser um candidato a receber U$ 5 milhões em investimento nos Estados Unidos. Em parceria com o Hub55, o Parque Tecnológico São José dos Campos informa que estão abertas as inscrições até o dia 8 de junho para o VentureClash 2018.

O VentureClash é um programa da Connecticut Innovations (CI), a principal fonte de financiamento e suporte contínuo para negócios inovadores e em crescimento no estado norte-americano.

Após duas rodadas de julgamento, os finalistas serão convidados a apresentar seus projetos ao vivo para uma equipe de juízes especialistas na Universidade Yale (New Haven – Connecticut) no dia 18 de outubro. O evento reúne especialistas, investidores, clientes e educadores envolvidos nessa batalha entre inovadores para identificar negócios com alto potencial.

Evento VentureClash - Connecticut

Participantes durante o evento VentureClash 2017.

Desafio VentureClash 2018 – Indústrias

Fintech

Fintech está transformando a maneira como vemos serviços financeiros, incluindo seguros, gestão patrimonial, empréstimos, pagamentos e transações seguras. Sede das principais empresas de serviços financeiros e seguradoras com mais de U$ 1,5 trilhão em ativos sob gestão, que buscam uma melhor gestão de seus negócios para aumentar o retorno, eficiência e segurança, Connecticut está se tornando um ótimo lugar para obter recursos para sua empresa de Fintech em estágio inicial.

Saúde Digital

A Saúde Digital promete desempenhar um papel importante na transformação dos cuidados da saúde – uma indústria que está rapidamente se tornando digital. O estado de Connecticut é a sede de respeitadas universidades de pesquisa, instituições de pesquisa biométrica de classe mundial, provedores de assistência da saúde básica, seguradoras de saúde e empresas líderes em dispositivos médicos e farmacêuticos. Portanto, atrair a próxima geração de inovadores em saúde digital é de extrema importância.

Insurtech

Um número crescente de empreendedores está criando tecnologias inovadoras para criar uma experiência melhor e mais amigável para as pessoas que compram seguros. Existe um lugar melhor para uma startup crescer do que Connecticut, a capital do seguro no mundo? Connecticut possui mais empregos no mercado de seguros do que qualquer outro estado norte-americano. Os investidores, os principais executivos de indústrias e mentores experientes podem ajudá-lo a levar sua empresa Insurtech para onde você quiser.

Internet das Coisas

A Internet das Coisas está mudando a maneira como nós administramos nossas casas, nossa saúde e até mesmo nossas fábricas. Hoje, nós temos inúmeros dispositivos, ou “coisas” que estão conectadas à internet via eletrônica embarcada, software, sensores e afins. Com sua forte rede de serviços para startups, Connecticut é o local ideal para incubar uma inovação da Internet das Coisas (IoT).

Para obter todas as informações sobre qualificações, requisitos, diretrizes e inscrições, visite o portal do VentureClash.

E mais uma vez a iniciativa Hub55 estará presente nesse grande evento de tecnologia com intuito de reforçar a importância da participação de empresários brasileiros em ações que incentivam o empreendedorismo no estado norte-americano de Connecticut. O Hub55 já ajudou mais de 10 empresas e associações brasileiras no processo de internacionalização durante o seu primeiro ano de existência. Em 2018, a iniciativa abrirá novas unidades em São Paulo, São José dos Campos, Califórnia, Flórida e Amsterdam para fortalecer as relações comerciais a nível global. Para mais informações, acesse o site.

Carteira de motorista brasileira nos EUA: pode dirigir legalmente?

Carteira de motorista brasileira nos EUA - pode dirigir legalmente

É comum que haja dúvidas sobre a possibilidade de dirigir com a carteira de motorista brasileira nos EUA, como também a necessidade de adquirir a PID (Permissão Internacional para Dirigir). De acordo o portal oficial do governo norte-americano, os indivíduos que dirigem nos EUA devem ter uma carteira de motorista válida – no caso dos brasileiros, a CNH -. Entretanto, alguns estados do país exigem ainda a PID de estrangeiros. Nessa postagem, você vai saber mais informações sobre as regras de direção para turistas e residentes que não são cidadãos dos Estados Unidos.

Quais estados norte-americanos exigem a PID?

É possível verificar no site do Departamento de Trânsito de cada estado norte-americano se a Permissão Internacional para Dirigir é exigida junto com a CNH. Vale ressaltar que normas de trânsito podem variar de estado para estado, pois cada um tem autonomia. Portanto, aproveite também para verificar as normas de trânsito em vigor da região.

Visitantes de curto-prazo (turistas)

O portal oficial orienta que se você pretende obter uma PID, você deve fazer isso antes da sua viagem para os EUA. Veja algumas informações importantes:

– Os Estados Unidos não emitem a PID para visitantes estrangeiros. Se você possui a CNH definitiva e dentro da validade, entre em contato com o respectivo Departamento de Trânsito que fez a emissão da sua carteira de motorista.

– Se você quiser alugar um carro, você pode precisar da sua CNH e da PID. Confira as políticas da empresa de aluguel e demais requisitos com antecedência.

– Cuidado com possíveis golpes com a Carteira de Motorista Internacional.

Residentes (que não são cidadãos dos EUA)

Os indivíduos que moram ou pretendem morar nos Estados Unidos podem usar a carteira de motorista brasileira por 180 dias. Após esse período, será necessário solicitar a carteira de motorista norte-americana para continuar dirigindo. A aquisição da carteira é diferente em cada estado. Portanto, verifique os requisitos específicos do estado que você mora. Independente da origem da emissão da carteira dentro dos EUA, você poderá dirigir em todo o país. É de sua responsabilidade conhecer e obedecer as regras de trânsito do estado em que você estiver dirigindo.

Aluguel de carro nos Estados Unidos

Se quiser fazer o procedimento com antecedência, você pode alugar um carro pela internet e pagar com cartão de crédito. Você também pode alugá-lo na hora no estabelecimento. Em ambos os casos, será necessário apresentar o passaporte e a CNH para retirar o veículo. Vale lembrar que é possível que a empresa também solicite a sua Permissão Internacional para Dirigir (PID).

Continue acompanhando o blog para saber mais dicas e informações úteis sobre o mercado e cultura norte-americana. E se você deseja internacionalizar a sua empresa brasileira, entre em contato com o Hub55. A iniciativa oferece apoio administrativo, amplo networking, acesso a recursos locais e estrutura operacional para os parceiros associados. Saiba mais informações no site do Hub55 e agende uma entrevista!

Mauricio Costa fala sobre Bitcoin no programa Um olhar sobre o mundo

O sócio e diretor de consultoria em atualização tecnológica do HUB55, Mauricio Costa, fala sobre a moeda Bitcoin em entrevista com jornalista Moisés Rabinovici no programa Um olhar sobre o mundo, nesta segunda-feira (26/03) às 21h45 na TV Brasil.

Mauricio explica como funciona a rede em que circula essa moeda digital que foi criada há dez anos e que se transformou num novo meio de pagamento em todo o mundo para a compra de produtos e serviços ou para transações diversas entre pessoas, sem a interferência de governos, bancos ou empresas.

Mais detalhes sobre a entrevista, clique aqui.