Oportunidades no Brasil no mercado de Carrier Ethernet 2.0




      

A entrega de infraestrutura Carrier Ethernet, somada à oferta de serviços com a tecnologia, já movimenta mais de US$ 80 bilhões ao ano no mundo, segundo a MEF, entidade que estabeleceu um padrão global para a tecnologia. O uso dessa forma de conexão por parte das operadoras vem crescendo ano a ano, e deve ser responsável por nada menos que 75% do tráfego mundial até 2017. Em 2015, a receita obtida pelas operadoras e fornecedoras apenas com oferta de serviços Ethernet encostará em US$ 50 bilhões, segundo a Infonetics Research. Até 2019, o segmento vai faturar US$ 350 bilhões, dos quais, US$ 200 bilhões apenas com a oferta de serviços.

Com estes números, apresentados pelo CEO Kevin Vachon, a MEF buscou sensibilizar representantes das operadoras brasileiras a acelerar a migração da rede legada para o padrão Ethernet, adotando a padronização CE 2.0, durante evento realizado ontem, dia 10, em São Paulo. Este padrão prevê não apenas velocidade maior na transmissão, que poderia chegar a 100 Gb para o atacado, como a interoperabilidade plena entre a infraestrutura das teles nacionais e internacionais, facilitando a entrega de serviços ponta a ponta entre múltiplas redes.

A visão é que o segmento passa por expansão no Brasil, mas os esforços precisam ser mais ágeis. “Na média, em comparação com Estados Unidos, Canadá e outras partes do mundo, o a América do Sul e o Brasil estão atrás. Mas as operadoras estão se esforçando para substituir os sistemas legados”, diz Vachon. O país ainda não tem nenhuma empresa com certificado de carrier ethernet 2.0. Enquanto a lista de países com operadoras avalizadas pelo MEF cresce mês a mês (e conta com representantes em todos os continentes).

Segundo dados da Frost & Sullivan, a receita total do mercado serviços de comunicação de dados deve crescer 2,8% em 2015, na comparação com 2014. Um número é positivo diante dos desafios econômicos, mas baixo, se comparado com a inflação registrada no período. A consultoria aponta que a demanda virá da comunicação convergente (voz, dados, vídeo, aplicações), mas enfrentará desafios, como a concorrência com a banda larga, a perseverança das conexões TDM e a falta de competitividade em áreas remotas.

Para ganhar volume por aqui, a MEF quer atrair provedores regionais de médio porte. Segundo Elton Fanelli, engenheiro de rede da Embratel, integrante da entidade, estes prestadores de serviço já usam infraestrutura óptica e se beneficiariam da certificação ao interconectar suas redes e conseguir realizar ofertas de grande capacidade para o segmento corporativo. “O objetivo é que 900 provedores consigam certificação”, diz.

Ao mesmo tempo, as grandes operadoras ganhariam agilidade caso busquem a certificação. ”O objetivo do MEF é padronizar para que operadoras consigam se mover com velocidade muito parecida. Mesmo as operadoras que já tem algum grau de automação entre suas redes, no momento de troca de tráfego Ethernet entre suas redes, temos processos manuais”, relata.

Fonte: Portal de Telecomunicação, Internet e TIC´s

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